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PERDA DE FIOS DE CABELO

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Diariamente, o ser humano perde entre 50 e 100 fios. Isso é natural, pois o cabelo possui um ciclo de vida dividido em três fases:


  • anágena, que corresponde ao período de crescimento ativo e leva de três a seis anos;
  • catágena, período de regressão, quando o fio para de crescer, com duração de cerca de três semanas;
  • telógena, momento em que o fio antigo cai e começa a ser substituído por um novo; esse período é de cerca de três meses até o novo fio começar a nascer.

Os fios anágenos são a maioria, cerca de 90% dos cabelos. Ao longo da vida, a pessoa tem cerca de 30 ciclos capilares.

Os cabelos também envelhecem. Ficam brancos, mais ralos e menos sedosos. Com o passar dos anos, a perda dos fios se torna quase natural, pois eles ficam mais fracos e se danificam com mais facilidade. Já a alopecia – queda excessiva dos cabelos – pode ocorrer em qualquer momento da vida e por diversos motivos. Anemia, desnutrição grave, deficiência de vitaminas e proteínas, alterações hormonais e uso de medicamento e cosméticos estão entre as principais causas do enfraquecimento e da queda capilar excessiva.

Os vilões entre os medicamentos são os que atuam no sistema nervoso, como os antidepressivos, que enfraquecem os fios, ou aqueles que agem na multiplicação celular, utilizados nos tratamentos de quimioterapia, pois as células capilares são as que se multiplicam com mais velocidade e no uso de quimioterápicos há uma pausa nessa multiplicação celular.

Alterações emocionais, estresse intenso e depressão também podem levar a importantes alterações capilares, como a miniaturização dos fios, que resulta no afinamento por não completarem seu ciclo normal de vida.

Um dos problemas de cabelo mais frequentes é a caspa. As causas são as mais diversas: cabelo oleoso, o que acelera a descamação, distúrbios hormonais, ressecamento, alisamento e coloração em excesso, alergia e gravidez. A caspa enfraquece os fios e provoca queda anormal. Os dois tipos de caspa – seca e oleosa – necessitam de tratamento, mas no caso da oleosa há a formação de placas de caspa no couro cabeludo e é necessário aconselhamento médico.

Pai calvo, filho calvo? Essa é uma pergunta comum e, na maioria dos casos, a resposta será sim. Um dos fatores genéticos e hereditários mais conhecidos é a calvície, com risco de 15% de atingir a nova geração, principalmente a ala masculina da família.

Mesmo quem teve antecedentes de vasta cabeleira deve ficar atento à perda de fios, pois não está totalmente livre da calvície. “O nosso código genético é único, formado com base nas informações recebidas de nossos pais e, portanto, o fato de não haver casos de perda de cabelos em familiares não garante necessariamente que iremos apresentar as mesmas características”, explica o dermatologista Francisco Le Voci, do Hospital Israelita Albert Einstein.

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